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Diretoria da Agroprata

Diretoria da Agroprata
Diretora Executiva Rita Caseiro e a Diretoria da Associação de Agricultores Orgânicos da Pedra Branca - AGROPRATA prontos para agir em pról dos associados no triênio de 2010 - 2013

sábado, 5 de setembro de 2009

Nei Barros ex- jogador de Futebol

Ouça o que o Espiríto Santo diz a você

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Reunião dos associados da Agroprata


Equipe do Ministerio da Agricultura, da Ong Caatyba e agricultores do Rio da Prata (agroprata) em reunião na sede da associação.

Professores do Ciep 165 e Orgânicos da @groPRATA


Visita Ilustre dos Professores do Ciep 165 da Estrada do Lameirão a sede dos Agricultores Orgânicos da Pedra Branca.

terça-feira, 28 de julho de 2009

CAMPO GRANDE – TERRA DOS LARANJAIS

CAMPO GRANDE – TERRA DOS LARANJAIS

Cidadezinha de admiração
Ainda em desenvolvimento necessário
Menina dos olhos de Deus;
Percebida por todos em sua modernidade,
O seu chão semeando fé e cultura,
Sobretudo nos planos divinos orgânicos.
Campo Grande, promovendo cultura nos bairros,
Dos ensaios da vida social;
Raridade em talentos artísticos,
Entre outros, uma alegria a revelar, sobretudo,
Até os mais céticos, bairristas, querem viver,
No seu chão com pretensão de expansão.
Nasci e vivo no paraíso da alegria musical
De tantos a admirar o lugar tranqüilo
Do desenvolvimento histórico da terra,
Que por ti falo aos quatro cantos do mundo.
E me criei, nessa cidade chamada,
Terra dos Laranjais.

Autor: Graciano Caseiro
Colunista, Escritor e Divulgador
BLOG: http://gracianocaseiro.blogspot.com/

sábado, 25 de julho de 2009

VAMOS MUDAR! PARA MELHOR.


VAMOS MUDAR! PARA MELHOR.

VAMOS MUDAR! PARA MELHOR.
Parece que foi ontem que estávamos desejando uns aos outros um feliz dia e já estamos fazendo novamente: Feliz Dia! E quando nos dermos conta, outro ano já terá passado (2010). Percebermos isso logo no começo do ano, tudo vai passando bem rápido, vemos chegar em nós aquele sentimento de novidade. Alguma coisa nos impulsiona a resolver a sermos melhores a partir de todo "primeiro de janeiro", "primeiro de Fevereiro" e é assim os outros demais meses que vivemos. Eu mesmo tenho minhas resoluções ou, projetos para esse ano.

Quero mudar e melhorar em algumas áreas da minha vida. Mas porque será que esquecemos tão facilmente e perdemos tão rápido essa vontade e o impulso, claro vai ficando cada vez menor? A verdade é que ele desaparece antes da primeira quinzena de cada mês e se não felizes, pelo menos ficamos conformados com os nossos velhos hábitos. E é mesmo da nossa natureza começar todo o ciclo novamente. O que muitas vezes não percebemos é que é nela mesma, na nossa natureza, que está a origem de não termos sucesso no que buscamos. A nossa carne conspira contra o que Deus quer pra nossa vida, e muitas vezes o que nós mesmos queremos (leia Gálatas 5:17).

A nossa resolução para cada ano que se inicia deve ser uma só: render-se a Deus. Entregar mais e mais áreas, sobre as quais estamos pensando que podemos administrar melhor do Ele. Nós queremos mudar. Mas até esse querer, é Deus quem opera em nós assim como a própria mudança. Que sejamos mais ousados a desejar conquistarmos nossos objetivos, nossos sonhos, vamos deixar Deus realizar nossos sonhos.
Em 2009 a Coluna A VOZ (Graciano Caseiro) e seus parceiros querem continuar falando com vocês em todas as edições sobre essas coisas. Sempre recebemos incentivos para não parar de usar o rádio e a internet para termos sucessos, encorajar e ensinar. E não vamos parar de fazer o que precisamos realizar. O ano é novo, mas a receita para continuarmos é a mesma: Contamos sempre com você e assim levar o de melhor de nossa programação o amor a cultura, ao social e de lazer. Vamos nos unir para que juntos levantemos mais pessoas que invistam em nosso comercio local, através da Coluna A VOZ, que possamos alcançar mais e mais pessoas na Zona Oeste do Rio de Janeiro, no Brasil e no mundo inteiro. Avancemos por uma farta colheita de Prosperidades, alegria e sucessos. Que Deus abençoe grandemente você e sua família!

Graciano Caseiro
Colunista, Comunicador e Divulgador

e-mail: gracianocaseiroproducoes@gmail.com

BLOG: HTTP://gracianocaseiro.blogspot.com/ HTTP://agroprata.blogspot.com/

Associação de Vargem Grande - PARCEIROS



Pesquisa incentiva cultivo de plantas medicinais em Vargem Grande

Pesquisa incentiva cultivo de plantas medicinais em Vargem Grande

Rosilene Ricardo

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 82% da população mundial consomem produtos fitoterápicos. No Brasil, o setor movimenta anualmente R$ 1 bilhão e emprega mais de 100 mil pessoas, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas do Setor Fitoterápico e de Produtos para Promoção da Saúde. Pensando no crescimento dessa área, a bióloga Sandra Magalhães, coordenadora da Plataforma Agroecológica de Fitomedicamentos (PAF) e do Centro de Produtos Naturais, que funciona em Farmanguinhos, na Fiocruz, está desenvolvendo na Zona Oeste o projeto Profito Pedra Branca: Plantas Medicinais em Sistema Agroecológico: Uma Alternativa Socioambiental para Produtores Agrícolas do Maciço da Pedra Branca. O objetivo é estimular na região a produção de plantas medicinais nativas da Mata Atlântica, monitorando o cultivo, o beneficiamento e a comercialização, promovendo o desenvolvimento socioambiental. Seguindo as diretrizes do Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, que estabelece ações voltadas à garantia do acesso seguro e do uso racional de plantas medicinais e fitoterápicos, à inclusão e redução das desigualdades sociais, ao desenvolvimento de tecnologias e inovações, ao fortalecimento das cadeias, arranjos produtivos e à agricultura familiar, ao uso sustentável da biodiversidade brasileira e ao desenvolvimento do Complexo Produtivo da saúde, o projeto trabalha com os agricultores vinculados à Associação dos Agricultores Orgânicos da Pedra Branca (Agroprata), em Campo Grande, à Associação de Produtores Orgânicos de Vargem Grande (Agrovargem), Vargem Grande, e a Associação dos Lavradores e Criadores de Jacarepaguá (Alcri-JPA), em Jacarepaguá, na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro.[Photo]
"Em sua maioria, os produtores dessas regiões têm baixo índice de associativismo, sofrendo ainda dos mesmos problemas do passado, como falta de assistência técnica, baixa produtividade, ausência de infraestrutura, condições precárias para o escoamento da produção e pouco poder de barganha na hora da comercialização", diz Sandra. Para a pesquisadora, todos estes fatores contribuem para tornar a atividade rural difícil e desinteressante economicamente, o que acarreta sua descontinuidade em favor da especulação imobiliária. Além disso, os agricultores mais isolados têm grandes problemas para escoar sua produção, precisando fazer viagens em lombo de mula – algumas com até três horas de duração – até os pontos de venda. Todos eles produzem sem defensivos químicos, numa atividade "naturalista". "Alguns deles possuem certificação de produção orgânica, mas devido à falta de um local exclusivo para esse tipo de produto, vendem o que cultivam junto aos agricultores convencionais. Segundo a bióloga, é possível cultivar plantas medicinais, aromáticas e condimentares para suprir o mercado varejista e as grandes redes de supermercados. "O estado do Rio de Janeiro depende da produção de São Paulo, o que termina encarecendo esse tipo de produto. Pretendemos contribuir com o conhecimento e a metodologia necessários para desenvolver uma agricultura fluminense produtiva, economicamente viável e ambientalmente correta. O projeto ainda gerará renda e trabalho", explica. A proposta é fortalecer as atividades relacionadas à produção, prescrição e distribuição de plantas medicinais no estado, procurando abastecer o mercado local, especialmente pequenos hortos e farmácias de manipulação em unidades públicas de saúde, como as que já foram implantadas pelo Programa de Fitoterapia da Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura do Rio de Janeiro, que funciona há 15 anos. "O apoio aos programas municipais de fitoterapia e o estímulo ao uso seguro de plantas medicinais pode provocar o aumento da demanda, levando à necessidade de aquisição da produção local dos agricultores do projeto", diz. Ela explica ainda que um outro braço do Projeto é a divulgação nas escolas do entorno do Parque Estadual da Pedra Branca, chamado Profito Educação. "O que também deve contribuir para o aumento da demanda, incentivando a aquisição da matéria-prima cultivada pelos agricultores do projeto e fomentando um arranjo produtivo local", diz Sandra. Para isso, o projeto está dividido em três fases. A primeira é traçar o Diagnóstico Rápido Participativo (DRP), coletando informações socioeconômicas e fazendo um levantamento agronômico das propriedades envolvidas. Na segunda fase, serão desenvolvidos cursos, palestras e encontros, abordando temas como manejo racional do solo, controle alternativo de pragas e doenças, cultivo agroecológico, requisitos para implantação de agricultura orgânica, técnicas de irrigação e de beneficiamento primário (coleta, secagem e armazenamento de plantas medicinais). "Também se falará sobre a importância da Política Nacional de Fitoterápicos e Plantas Medicinais e sobre a estrutura de organização de cooperativas agrícolas", acrescenta. Na terceira e última, o projeto procurará desenvolver um modelo de produção para cada comunidade, de acordo com características de solo, topografia, tecnologia disponível e aptidão dos agricultores. "As mudas serão produzidas pela Plataforma Agroecológica de Fitomedicamentos de Farmanguinhos, o que garante sua qualidade fitossanitária, certificação de origem (baseadas em nossos estudos químicos, genéticos e taxonômicos) e transplantio adequado", explica. Para Sandra Magalhães, o plantio respeitará o bioma de cada local, cultivando plantas de acordo com a região trabalhada, diminuindo o impacto do cultivo e preservando a biodiversidade. "Entre as espécies compatíveis com a região da Zona Oeste e com potencial comercial estão a aroeira (Schinus terebinthifolius), a espinheira-santa (Maytenus ilicifolia), o guaco (Mikania glomerata), e a carqueja (Bacharis trimera)", exemplifica. Uma equipe multidisciplinar, capacitada e sediada dentro do campus Fiocruz da Mata Atlântica, que funciona em Curicica, se encarregará de organizar os cursos e palestras, e prestar assessoria técnica aos agricultores, além de contar com a participação de parceiros como a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Janeiro (Emater) e outros órgãos. No âmbito do Programa Progestão (Convênio Fiocruz/Faperj) o projeto conta com o apoio da FAPERJ desde 2006, e do Banco do Brasil que, através de seu Programa de Desenvolvimento Regional Sustentável (DRS), doou um telecentro (onze computadores e um servidor) para as associações de produtores. Eles permitirão o uso da Internet e a formação de uma rede para comunicação e acesso democrático às informações sobre o cultivo. Segundo a pedagoga do projeto, Silva Regina Nunes, tem havido forte adesão dos agricultores de Vargem Grande e suas famílias ao telecentro e um renovado entusiasmo com as vantagens do associativismo. O uso dos computadores está sendo estendido aos demais moradores da comunidade. "A procura tem sido bem grande; já tivemos mais de 170 inscrições. Por isso, a comunidade até está desenvolvendo outro projeto para atender essa demanda", acrescenta.

Para Sandra, há várias iniciativas bem-sucedidas no uso de medicamentos não-convencionais para o tratamento da população carente em diversas regiões do País. Um deles é o programa Farmácias Vivas, no Ceará. "Esperamos contribuir para a expansão do uso da fitoterapia no sistema público de saúde, como uma alternativa para a redução do custo dos medicamentos, e melhoria da qualidade de vida", conclui a pesquisadora. http://www.faperj.br © FAPERJ – Todas as matérias poderão ser reproduzidas, desde que citada a fonte.